A The Walt Disney Company vai eliminar cerca de 1.000 postos de trabalho, no âmbito de uma nova fase de reorganização interna destinada a tornar as operações mais eficientes e adaptadas às novas exigências do mercado.
A decisão foi comunicada aos funcionários através de uma mensagem interna enviada pelo novo director-executivo, Josh D’Amaro, que justificou a medida com a necessidade de construir uma estrutura mais ágil e tecnologicamente preparada para o futuro.
Segundo informações avançadas por fontes ligadas ao processo, os cortes vão afectar várias áreas estratégicas da empresa, incluindo marketing, estúdios, televisão, ESPN, produtos, tecnologia e algumas funções corporativas.

A área de marketing surge entre as mais impactadas, depois de uma reorganização interna realizada no início do ano, numa tentativa de modernizar a promoção de conteúdos e melhorar a rentabilidade.
Tal como outras gigantes de Hollywood, a Disney enfrenta um ambiente económico mais exigente, marcado pela queda do mercado televisivo tradicional, pressão nas bilheteiras de cinema e concorrência crescente no sector do streaming.
Nos últimos anos, a empresa tem ajustado a sua estrutura para responder às mudanças de consumo, apostando mais nas plataformas digitais e na eficiência operacional.


A última grande vaga de despedimentos aconteceu em 2023, quando a Disney anunciou o corte de 7.000 empregos para gerar poupanças de 5,5 mil milhões de dólares e melhorar o desempenho financeiro.
De acordo com os dados mais recentes, a Disney empregava cerca de 231 mil trabalhadores no final do último exercício fiscal, mantendo-se como uma das maiores empresas globais de entretenimento.

