O secretário de Estado do Turismo de Angola, Iury Santos, anunciou que o país possui condições excepcionais para se firmar como um destino emergente de ecoturismo em África. A declaração ocorreu durante um workshop promovido pelo Instituto Nacional da Biodiversidade e Áreas de Conservação (INBAC), que teve como foco o Projeto Património Natural de Angola, Governança e Ecoturismo nas Áreas de Conservação, realizado em Luanda no dia 24 de fevereiro de 2025.




O projeto visa não apenas restaurar a biodiversidade ameaçada, mas também melhorar a qualidade de vida das comunidades locais em áreas de conservação como os Parques Nacionais da Quiçama, Luando-Cangandala e Cameia. Santos destacou que a aposta no ecoturismo irá proporcionar um impacto positivo na mitigação e adaptação às alterações climáticas, ao mesmo tempo que inclui as comunidades na co-gestão dos seus ativos naturais.
“Angola reúne uma biodiversidade rara, paisagens ainda intactas e uma cultura vibrante, além de um potencial humano extraordinário”, afirmou o secretário.
Esses fatores, segundo ele, formam uma base sólida para o desenvolvimento de um ecoturismo competitivo, responsável e sustentável, que poderá se destacar no cenário internacional.



O evento contou com a presença de representantes institucionais, parceiros e especialistas, que discutiram estratégias para valorizar a biodiversidade e promover o desenvolvimento sustentável nas principais áreas de conservação do país. As discussões enfatizaram a importância da colaboração entre as comunidades locais e os projetos de conservação para garantir que o desenvolvimento turístico beneficie diretamente as populações que habitam essas regiões.

Com essa iniciativa, Angola se coloca na vanguarda do ecoturismo em África, mirando um futuro onde a conservação da natureza e o desenvolvimento sustentável caminhem juntos, garantindo não apenas a preservação do meio ambiente, mas também o bem-estar das comunidades que dele dependem.

